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Motivos da ausência de Leila Pereira no anúncio do naming rights do estádio do Palmeiras

Leila Pereira não comparece ao evento de naming rights após negociações serem feitas diretamente pela WTorre e Nubank
Motivos da ausência de Leila Pereira no anúncio do naming rights do estádio do Palmeiras
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No dia 10 de março de 2023, a WTorre oficializou o acordo de naming rights com o banco digital Nubank, encerrando uma parceria de 13 anos com a seguradora Allianz. O contrato com a Allianz, que esteve vigente de 2014 a 2026, previa um pagamento anual de US$ 5 milhões, valor equivalente a R$ 26,36 milhões na cotação atual.

O Nubank propôs um valor superior ao pago pela Allianz, o que resultará em receita maior para o Palmeiras. Dessa forma, o clube receberá um percentual sobre o montante repassado pelo banco à WTorre, com esse percentual previsto para aumentar para 15% a partir de novembro de 2025. Além disso, a instituição financeira abrirá uma votação popular para escolher o novo nome da arena, com as opções Nubank Parque, Nubank Arena e Parque Nubank.

O anúncio do acordo foi realizado no Parque Mirante, no topo do estádio do Palmeiras, situado em São Paulo. A CEO do Nubank Brasil, Lívia Chanes, acompanhada da vice-presidente de marketing, Juliana Roschel, e do gerente da WTorre, Marcelo Frazão, estiveram presentes no evento. Por outro lado, a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, não compareceu ao anúncio, embora tenha sido mencionada pelos representantes das empresas envolvidas.

O contrato de superfície estabelecido entre WTorre e Palmeiras determina que o clube tem o direito de negociar propriedades relacionadas ao marketing da arena. Isso indica que a relação entre as partes permanece saudável, conforme apontam fontes internas do Palmeiras. Nesse sentido, Lívia Chanes realizou contatos com Leila Pereira e com Sílvia Torre, cofundadora da WTorre, para agendar reuniões após o evento.

Ambas as companhias afirmam que o estádio continuará sendo tratado como o lar do Palmeiras, garantindo a preservação da tradicional cor verde do clube. Essa garantia inclui também o compromisso do Nubank em evitar que o roxo, cor principal do banco, prevaleça no ambiente da arena. Assim sendo, o acordo busca alinhar a identidade visual da casa palmeirense com as ações de marketing promovidas pelo novo patrocinador.

A conclusão do processo ainda depende de ajustes nas negociações entre a WTorre e o Palmeiras, assim como da definição da identidade visual final para a arena. A expectativa é que o Nubank finalize a votação popular e os detalhes do contrato até o segundo semestre de 2026, após as reuniões previstas com a diretoria do clube e os representantes da construtora. Além da análise interna do Palmeiras, o negócio seguirá sob acompanhamento de órgãos reguladores do segmento esportivo no Brasil.

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